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A revista dos brasileiros em Paris

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                                                               VAUX LE VICOMTE



Vaux Le Vicomte tem muitas estórias para contar. Percorrendo suas salas e jardins viajamos pelo tempo, vivenciamos períodos históricos, momentos poéticos, grandes intrigas, como em um filme ou novela que apresenta simultaneamente varias épocas em um mesmo lugar, mundos paralelos.



Século XVII 1600 Vaux Le Vicomte A origem- O Rei Sol e a condenação de Fouquet

A sua criação, que dará origem a prisão de seu proprietário, o superintendente das finanças de Luiz XIV e a construção do castelo de Versalhes, é por si so uma razão para descobrir Vaux Le Vicomte.

Construido pelos melhores arquitetos, paisagistas e decoradores do pais, marco na arquitetura renascentista francesa, o castelo é o palco de uma das maiores intrigas ocorridas durante reino de Luiz quatorze. Descobrimos os protagonistas deste momento histórico com uma intimidade quase assustadora. Fouquet e Louis XIV, claro, mas também, os escritores La Fontaine, Molière, o cozinheiro Vatel, entre outros.

Sec XVIII 1700 Mascara de Ferro, o maior mistério do Século das Luzes.

1751 Voltaire abre a polêmica sobre o personagem “Mascara de Ferro”, um condenado a prisão perpetua sob o reino de Lous XIV, morto sem nome ou qualquer identificaçao, enterrado em 1703, apos uma longa peregrinação de calabouço em calabouço. Seria ele Fouquet, primeiro proprietário de Vaux Le Vicomte? Um irmão gêmeo do rei? D’Artanham, mosqueteiro caído em desgraça?
Seja lá quem foi o personagem, a polêmica servira a Voltaire como critica ao absolutismo real.

Sec XIX 1800 Romance e aventura de 4 heróis imortais

Os três mosqueteiros ganham fama nas novelas de capa e espada de Alexandre Dumas.
D’Artanham, Portos, Aramis e Athos, os mosqueteiros se tornam os herois do século. Inspiradas em fatos e personagens reais, uma das novelas de Dumas tendo os herois como protagonistas, retrata a açao dos membros da guarda real que prenderam Fouquet e foram os responsaveis pela custodia da misteriosa personalidade o “mascara de ferro».

Sec XIX Desfecho A Vitoria da Burguesia Industrial

O acervo cultural e arquitetônico da França, embora constitua uma riqueza para o Estado e seus cidadãos, podem ser surpreendentemente custosos. Em muitos momentos da historia tantos “burgos” e edifícios se encontraram (e ainda se encontram) com dificuldades de preservação.
Apos um século de turbulências politicas e em presença de uma nova republica o castelo abandonado teve somente um candidato à compra quando leiloado em 1875, o industrial e amador de artes Alfred Sommier.

Séc XX Vaux Le Vicomte 2, o filme. Uma paixão através dos séculos.

Hoje os bisnetos deste industrial, Jean Charles e seus irmãos, dão continuidade ao ideal do pai de abrir a magnifica residência familiar para visita ao publico. Acessível desde 1968 o castelo recebe atualmente visitantes de todo o mundo: estrangeiros e, sobretudo franceses, curiosos, amantes de historia, ou apreciadores dos magníficos jardins (reconstituídos segundo os planos originais do grande paisagista Le Notre).





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Cidade Medieval de Provins

Classificada Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, Provins surpreende e impressiona com suas muralhas e a mais autêntica arquitetura do século XII, tempos onde a vila era um dos mais importantes polos comerciais da Europa, produzindo inclusive sua própria moeda.

Instalada no cruzamento das principais rotas do comércio europeu,já em  em 1000 DC Provins era uma respeitável cidade europeia da idade média. Nos séculos XII e XIII, Provins atingiu o seu apogeu atraindo comerciantes de toda Europa com suas grandes feiras chamadas Foires de Champagne . Assim o plano urbano da cidade foi projetado para acomodar os muitos comerciantes e compradores que chegavam: ruas largas para passagem de carroças e localização das barracas de comércio, casas de 3 andares com salas ostentando magníficos tetos abobadados ...

Toda a cidade exibe vestígios de sua intensa atividade econômica e do desenvolvimento de profissões artesanais importantes da época, tais como tapeçaria, tecelagem, escultura ou faiança. Suas imponentes muralhas, construídas  durante o século XIII, testemunham essa riqueza e hoje comovem uma grande quantidade de turistas estrangeiros.

 A Torre Cesar, torre e masmorra do século XII é uma  das atrações que resumem os atributos e ambiente característico da idade média. Torre de observação, prisão e atual abrigo para os sinos do vilarejo a visita do monumento oferece uma visão 360° da cidade e da região.

 
Oito séculos apos seu auge, a cidade de Provins é um depoimento autêntico da idade média e do século XIII. O seu patrimônio arquitetônico perdura até os dias de hoje, ilustrando um período importante e magico da
história ocidental ligada ao desenvolvimento das trocas comerciais e culturais na Europa. A cidade tem 58 monumentos históricos e um passeio por suas ruelas calmas é um verdadeiro túnel no tempo.

LA LOIRE - Os mais belos castelos
PROVINS Um tesouro tombada pela Unesco
A Loire de Vinci
Castelo de Amboise
Conhecido como a região dos castelos franceses, o Vale da Loire foi tombado no ano de 2000 pelo Patrimônio Mundial da Unesco. Apesar de muitos monumentos terem conseguido atravessar os séculos e estarem hoje abertos ao público, os Castelos de Amboise, do Clos Lucé e de Chambord são considerados incontornáveis porque estão intrinsecamente ligados graças ao emblemático pintor italiano Leonardo Da Vinci, convidado especial do rei François I para passar uma temporada na França.

Impregnados da arte renascentista e localizados a aproximadamente 200 quilômetros de Paris, o charmoso castelo do Clos Lucé, construído no século XV em tijolinhos rosas com detalhes em branco, foi a última morada do pintor italiano em que viveu três anos antes de falecer em 1519, no de Amboise, encontra-se o seu túmulo dentro de uma charmosa capela, já o de Chambord, foi nada mais nada menos projetado por ele.

No Clos Lucé, Leonardo Da Vinci desenhou mais de 100 obras botânicas, fez pesquisas geológicas e composições paisagistas. No Jardim do Leonardo, criado segundo as obras do artista, é possível descobrir o universo do pintor, que teria finalizado, no Clos Lucé, três das suas mais importantes obras: a Joconde, o Santo Jean Baptiste e a Santa Ana.

O castelo de Amboise, que existe desde do século XI, marcado pela presença de vários reis franceses, pelo menos 10 moraram no local, é impregnado não somente da influência italiana mas também flamenca. As salas do palácio foram reconstituídas o mais próximo possível de sua decoração de origem. Vale também a pena dar uma passadinha pelo jardim, o primeiro de paisagem renascentista.

Localizado a uma hora e meia de Paris, o imponente Chambord, construído a mando de François I e conhecido como o símbolo da desmesura, com um muro que faz 32 quilômetros, é considerado uma das obras centrais da arte da Renascença e hoje é um dos únicos da região que pertence ao governo francês.
Andréa Flores
Castelo Amboise
Castelo de Amboise, Loire
O Castelo das Damas
A 214 quilômetros de Paris, o Castelo de Chenonceau é sem dúvida uma das visitas incontornáveis do Vale da Loire.

Residência da família real e propriedade da coroa francesa durante séculos, o lugar simboliza perfeitamente a cultura francesa, não somente, devido a sua imponente e harmoniosa arquitetura, mas também por ser “banhado” de história, possuir uma importante coleção de pinturas, um mobiliário renascentista e uma tapeçaria do século XVI dignos de serem admirados. Não é à toa que Chenonceau é hoje o segundo castelo mais visitado na França depois de Versailles.

Conhecido também como Castelo das Damas, o lugar foi construído no meio do Rio Cher, em 1513, por Katherine Briçonnet. Já os dois jardins, ambos à francesa, que cercam o castelo foram criados pela Diane de Poitiers, amante de Henrique II, e a rainha Catarina de Médicis, esposa "oficial" de Henrique II que expulsou a rival depois da morte do marido. Localizado no prédio das Domes, dentro da propriedade, o museu de cera homenageia não somente essas duas, mas todas as figuras históricas femininas que “reinaram” por lá entre a Renascença e a Primeira Guerra Mundial.
Após a exploração dos aposentos reais e dos jardins, vale a pena provar um dos quatro menus servidos no restaurante L’Orangerie admirando a bela vista do jardim verde.
Andréa Flores


O Castelo de Chenonceau, aberto diariamente de 9h às 19h (os horários mudam de acordo com a época do ano), fica na Touraine, sobre o Cher. De Paris até o castelo, são duas horas de carro ou uma hora e meia de trem. Mais informações no www.chenonceau.com.
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Versalhes, uma lição de historia
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Boquiaberta. Nenhuma outra expressão define melhor a sensação ao chegarmos no Castelo de Versailles.

Considerada uma das mais belas realizações da arte francesa do século XVII, durante o reinado de Louis XIV, a propriedade de 787 hectares, em que se encontram harmoniosamente o castelo, os jardins, o Pequeno e Grande Trianon, e o Domínio de Marie-Antoniette, esbanja perfeição, riqueza e poder. Sem dúvida, Versailles, onde tudo brilha e cheira a ouro, é uma destinação obrigatória. A tal ponto que podemos dizer que quem veio a Paris, mas não passou por lá, não viu nada.

Além de fazer bem para os olhos, o passeio é também uma boa lição de história, pois depois da visita pelo castelo, com mais de 63 mil metros quadrados, somos capazes de entender o porquê da Revolução Francesa, em 1789, e porque o povo, a plebe, guilhotinou a família real e seus monarcas.

Os aposentos do rei e a Galeria dos Espelhos, ponto de encontro dos cortesões à época e de onde a vista dos jardins é magistral, são as principais atrações do palácio, sede da corte e do governo durante quase um século.

Tombado pelo Patrimônio Mundial da Humanidade há 30 anos, o lugar possui um acervo com 60 mil obras, dos quais quadros, livros, móveis e esculturas, entre outros, e recebe em média mais de 5 milhões de visitantes por ano.
Andréa Flores
Champagne et Reims
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Quem já não ouviu falar pelo menos uma vez nos nomes Veuve Clicquot, Pommery, Lanson, Ruinart ou Taittinger ?

Como imaginar que a única produção de vinhos espumantes na face da Terra denominada champagne venha de uma única e mesma área? Difícil, não ? Pois é, mas na França tudo é possível e protegido. Localizada a apenas uma hora e meia de carro de Paris, os 32 hectares repletos de uvas do tipo pinot noir, pinot meunier e chardonnay e os 120 quilômetros de caves subterrâneas da cidade de Reims ficaram mundialmente conhecida graças a essa bebida dos deuses e atraem hoje 300 mil visitantes por ano.

Criada no século XVII, a champagne só começou, entretanto, a ganhar fama no século XIX, pois até então, apenas religiosos e reis podiam saborear tal delícia. E, atualmente, a região de Champagne produz anualmente mais de 320 milhões de garrafas. A rota dos vinhedos, ou seja, caminhar pelas vinhas, admirar a paisagem coberta por um verde perfeito, tudo isso regado de champagne (é possível fazer degustações nas caves locais), é um passeio inesquecível.

No entanto, Reims não ficou somente conhecida por ser a cidade da champagne, mas também, e antes de mais nada, Reims é, e sempre foi, a cidade dos sagrados. Tombados pelo Patrimônio Mundial da Unesco, a Catedral Notre-Dame, a Basílica Saint-Remi, o Palácio do Tau e o Museu Abbaye Saint-Remi, além de serem monumentos magníficos, estão intrinsecamente ligados à historia da França. Após o batizado do primeiro soberano católico ocidental, Clovis, no fim do século V, 33 reis franceses foram coroados na Notre-Dame, a mais antiga catedral gótica da Idade Média, que recebe anualmente um milhão e meio de pessoas.
Andréa Flores

Mais informações sobre Reims no www.reims-tourisme.com
Viver a vida de Monet
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Não foi à toa que Manoel Carlos escolheu Giverny, a 88 quilômetros de Paris, como cenário para os primeiros e últimos capítulos da novela das oito, Viver a Vida. Célebre graças às pinceladas de Claude Monet, só o verde gracioso, a tonalidade intensa do rio e as diversas cores das flores do jardim da casa do pintor francês poderiam estar a altura do amor dos casais Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer), e Luciana (Alinne Moraes) e Miguel (Mateus Solano). O lugar que antes passava desapercebido, virou desde então parada obrigatória para os turistas brasileiros de férias na França.

Apesar de só ter virado uma “coqueluche” depois da novelinha global, a fama de Giverny é antiga. Monet se instalou por lá aos 43 anos quando já gozava de certo reconhecimento como mestre do impressionismo. Ele se encantou tanto com a paisagem da nova casa, onde viveu de 1883 a 1926, ano de sua morte, que estudou botânica para criar o jardim, já rabiscado em sua mente. Resultado: ele criou uma atmosfera de sonhos repleta de tulipas na primavera, ninféias no verão e dálias no outono, além, é claro, da ponte japonesa e o barquinho à margem do lago.
Ao explorarmos o jardim, a impressão que temos é de déjà vu. Nada mais normal, pois a paisagem foi durante anos a fonte de inspiração do pintor francês, o único capaz de captar e recriar a mesma paleta de cores do lugar. Ao contemplarmos o jardim, a impressão que temos é de vermos o conjunto das obras de Monet. Ao visitarmos o jardim, apesar de reconhecermos cada cantinho graças a nossa cultura geral ou graças a Viver a Vida, a impressão que temos é de estar diante de uma obra-prima desenhada não pelas mãos de um homem, mas dos deuses.

A comemoração dos 170 anos do nascimento do mestre impressionista é uma outra boa razão para ir a Giverny em 2010, pois diversas festividades serão organizadas este ano na Fundação Giverny, na Rua Claude Monet, em Giverny. Mais informações no www.fondation-monet.com ou ainda com um  atendente em português da Qui Voyage no +33 (1) 42 33 41 65.

Andréa Flores
Chantilly, estreitas ligações com o Brasil
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Apesar de ter somente se tornado ponto turístico para os brasileiros depois do suntuoso casamento do jogador Ronaldo com a apresentadora Daniela Cicarelli, o Castelo de Chantilly é considerado uma referência mundial, além de ter, é claro, antigas ligações com o Brasil: François Ferdinand d’Orleans, um dos herdeiros da última proprietária do castelo, a família Bourbon, foi casado com Francisca Carolina de Bragança, filha do Imperador do Brasil e rei de Portugal, Dom Pedro I. A atual cidade de Joinville, em Santa Catarina, foi o dote de casamento da princesa, realizado em 1842.

Com mais de 7.800 hectares, um dos maiores principados da França, e a apenas 40 quilômetros de Paris, o lugar é uma verdadeira pérola. Além de uma arquitetura imponente e um jardim à francesa digno de ser retratado sob todos os ângulos, Chantilly possui a segunda maior coleção de pintura entre os séculos XV e XIX após o acervo do Louvre.

O Museu Condé é o único museu francês que possui por exemplo três obras importantes do renascentista Rafael, cinco de Nicolas Poussin, três de Delacroix ou a primeira Bíblia imprensa de Gutenberg. Sem contar que todas estas obras raras e sem preço estão expostas em salas aconchegantes e intimistas.

Depois de explorar e todos os cantos do castelo e contemplar suas maravilhas, vale a pena dar uma passada no restaurante La Capitainerie, que se tornou conhecido, no século XVII, quando as rédeas da cozinha estavam nas mãos do chefe François Vatel, referência culinária à época e nada mais nada menos que o “pai” do creme de chantilly. Uma degustação para saborear tal delícia é organizada especialmente para os visitantes do lugar.

Já para os apaixonados por cavalos, uma volta pelo hipódromo, cavalariças e estábulos do Castelo de Chantilly é um passeio que vale a pena. A fama deles é tanta que o Hipódromo do Rio de Janeiro não foi somente inspirado, mas, sim, construído identicamente ao seu homólogo francês.

Andréa Flores

Localizado na BP 70243, em Chantilly, o Castelo de Chantilly fica aberto todos os dias, exceto nas terças, de 10h30 às 17h ou de 10h às 18h, dependendo da época do ano. Mais informações no www.chateaudechantilly.com ou pelo 0033 (0) 03 44 27 31 80.

Chantilly
Bruges a Veneza do Norte
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Apesar de não possuir as tão sonhadas gôndolas, Bruges, localizada na Bélgica e a apenas 310 quilômetros de Paris, merece tal apelido. Com apenas 14 quilômetros de exten¬são, inteiramente construída sobre os inúmeros canais, que atravessam a paisagem medieval praticamente intacta, as suas 83 pontes, 17 igrejas, 125 cafés e 130 cisnes, além de ser tão charmosa e romântica quanto a sua famosa homó¬loga italiana, a cidade faz parte da lista de patrimônios his¬tóricos tombados pela Unesco.

Formada em 1128, Bruges, que já foi o principal centro co¬mercial do norte da Europa entre os séculos XIII e XV, vive hoje, sobretudo, do turismo. Além do Hôtel de Ville (prédio da prefeitura), a Basílica de Saint-Sang (São Sangue), uma igreja beguina e a Notre Dame, onde se encontra uma das esculturas da Pietá, esculpida pelo Michelangelo, a outra atração do local é a Praça do Mercado. Repleta de restauran-tes em volta, as estrelas do local são o prato de moules frites (mexilhões com batata fritas) e os aproximadamente 365 ti¬pos de cervejas, quase uma diferente para cada dia do ano, como explicam orgulhosamente os habitantes da cidade.

Os chocolates artesanais são, também, uma outra especia¬lidade de Bruges. Em cada esquina, há uma butique com barras e mais barras de cacau expostas como uma obra rara num museu. A renda de Bruges, encontrada em diver¬sas lojas do centro histórico, é a outra particularidade da “Veneza” do norte da Europa. Uma tradição da Renascença, o ponto de Bilro é uma técnica artesanal passada através de gerações pelas rendeiras da cidade.
Para admirar a arquitetura pitoresca do lugar, repleta de ruelas sinuosas, casinhas de madeira ou pedra, a melhor escolha é caminhando ou andando de bicicleta, que pode ser alugada em diversos pontos da cidade. Já para aqueles que preferem um “mergulho” nos canais ou passar por baixo de uma das inúmeras pontes como a mais antiga de Bruges, construída no século XIII, a opção mais adequada é um passeio de 30 minutos de lancha, organizado em grupo e com direito a um guia local.

Andréa Flores

Borgonha
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                                                                                                                                                                                                foto wikipedia
                                                                                                                                                                                                autor Mattana

A rota dos grandes vinhos



Auxerre
Auxerre, um porto no Rio Yonne e ponto de partida do canal Nivernais,  é a capital da baixa Borgonha, região
montanhosa onde os planaltos são campos e florestas e as encostas cobertas de vinhas e árvores frutiferas. A cidade
natal do Cadet Roussel, famosa por ter sido treinada pelo inefável Guy Roux, tem uma notável Catedral e, especialmente,  prestigiada Abadia de Saint-Germain que preserva alguns afrescos mais antigos na França.

Dijon
Comece sua descoberta de Dijon na praça de la Libération, em frente do palácio, a antiga praça Royal projetada por Mansart no século XVII. O que sobrevive do palácio ducal de Charles o careca baseia-se em edifícios de estilo clássico. O Palácio abriga hoje a Câmara Municipal e o fabuloso Museu de belas artes.

Museu de Belas Artes de Dijon
A visita do enorme Museu datando de 1799 é fascinante! Entre suas coleções excepcionais que cobrem
o período desde a idade média até os dias atuais, ele irá desanexar a Natividade do mestre de Flémalle, os túmulos admiráveis de Philippe le Hardi e João o Destemido e os dois retábulos por Jacques de Baerze e Walleye por
Melchior Broederlam. Galeria de Bellegarde abriga alguns belos exemplos da pintura italiana e Flamengo do sec.  17 e 18. A visita continua através da seção de arte moderna e contemporânea, com as esculturas de animais de François Pompon (1855-1933), a escola de Barbizon e uma incrível coleção de máscaras africanas. Uma visita inesquecível!

Estrada da Côte de Nuits passa no sopé das colinas cobertas por vinhedos e atravessa aldeias e cidades com nomes sugestivos. Uma impressão de opulência emerge destas aldeias vinícolas grandes.

Gevrey-Chambertin
A cidade, com seu centro antigo, situado entre a Igreja e o castelo, está localizada entre as encostas da vinha. Entre os vinhos da Côte de Nuits, muito encorpados, vinhos que adquirem com a idade todo o seu corpo e seu bouquet, Le chambertin é o mais famoso. A cidade é mencionada, desde o ano 640: assim um dos mais famosos vinhos da Borgonha é também o mais antigo. 
 
 
Château du Clos de Vougeot 
Preso no meio da vinha, o Clos de Vougeot Castle pode ser visto à distância. Concluído no renascimento pelo abade Loisier, foi restaurado no século XIX. Há o Grande Celeiro (s 12.) onde são realizadas a cada ano as cerimônias da Irmandade de Tastevin, uma adega (s. XII) a quatro prensas gigantescas "desde o tempo dos monges" e a velha cozinha (c. 16) sob um dossel, suportado por uma única coluna central. A visita termina no dormitório dos irmãos leigos, cujo forro do século XIV é realmente espetacular.

Nuits-Saint-Georges
Embora nenhum dos vinhos de “Nuits” seja classificado "grand cru", estes vinhos são mundialmente famosos. Na aldeia, visita da Igreja St-Symphorien (século XIII), o campanário da antiga Câmara Municipal e o hospital de St-Laurent (sec XVII). 
 
Aloxe-Corton
As maiores safras não levam o nome de Aloxe, mas apenas de Corton. Sobre um monte isolado, vinhedos de propriedade de Carlos Magno, deram o nome do vinho "corton-charlemagne" a este branco de grande ritmo, muito encorpado, firme como o aço. 
 
Beaune
A beleza de sua arquitetura, a elegância da sua decoração, a disposiçao de seus famosos azulejos e seu velho poço, evocam mais o luxo de um palácio gótico que a simplicidade de um hospício. Na grande sala ' quarto ou 'Câmara dos pobres' encontra-se um magnifico  Cristo de piedade (século XV). O quarto políptico expõe o famoso políptico do Julgamento Final de RogerVan der Weyden.

Maison des Vins
Volnay
Seus vinhos tintos, o buquê muito delicado e sabor doce, diziam-se muito populares junto a
Louis XI. Bela vista sobre as vinhas da esplanada e a pequena igreja do séc.14. 
 
Meursault
Pequena cidade situada no local de um antigo acampamento romano  é dominada pela belas pedras e estilo gótico
de sua Igreja. O Meursault, Puligny-Montrachet e Chassagne-Montrachet estão entre  os "melhores vinhos brancos
do mundo" (sabor de avelã, combinando “franquesa” e delicadeza requintada). 
 
Château de la Rochepot
 
O Château de la Rochepot fica em um local mágico: piton de Roche-Nolay. Nascido no século XIII e modificado no século XV, ele retém suas defesas, exteriores e elegantes torres maciças. Passada a ponte levadiça, descobrimos o pátio interior com sua ala renascentista. Em seguida, visita a sala da guarda, a casa do capitão da guarda, sala de jantar, com seu mobiliário neogótico e a antiga capela.

Puligny-Montrachet 
Seus vinhos brancos são sublimes. Parece que seu poder vem de videiras que seriam mais capazes de absorver o sol do que em outros lugares da Borgonha. Menos untuoso que o Meursault, seu bouquet forte é muito rico, com tons” quase verdes.

PERTO DE PARIS
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- OS CASTELOS DO VALE DO LOIRE
Loire de Vinci
O Castelo das Damas

- O CASTELO DE VERSALHES
Uma lição de historia glamorosa

- CASTELO DE CHANTILLY

- GIVERNY
Uma exploso de Cores
Antiga casa do artista/pintor Claude Monet

- BRUGES
A Veneza do Norte 

-BORGONHA
Na rota dos grandes vinhos
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